16 de março de 2022

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Especial Mês das Mulheres | 29 Super-Heroínas para conhecer e se inspirar

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Até poucos anos atrás era um desafio encontrar personagens populares femininas para inspirar novas gerações. Em um país onde apenas aproximadamente 12% da população tem o hábito de leitura, o número de leitores de histórias em quadrinhos é ainda mais ínfimo e nesse quadro, o acesso e conhecimento de super-heroínas, torna-se escasso.

O que poucos sabem é que existe um universo de heroínas espalhadas nas HQs e que aos poucos vem sido introduzidas no Universo Cinematográfico da Marvel (MCU) e no Universo Estendido DC (DCEU), as mais populares produtoras de HQs, filmes e séries do momento.

Origens, gêneros, poderes e objetivos diferentes, todas elas são caracterizadas não apenas por sua beleza, mas pela inteligência e determinação para alcançar seus objetivos.

Foi pensando em toda essa situação, que esse guia foi criado, para apresentar as heroínas e mulheres fortes do mundo de fantasia, para inspirar ainda mais crianças a se verem representadas e saberem que super-heróis não é apenas coisa de menino.

Se liga na lista:

Arlequina

Criada em 1992, apenas para fazer uma ponta na animação Batman: A série animada, a personagem virou um fenômeno na última década, graças a interpretação de Margot Robbie, que iconizou a ex terapeuta do coringa e inconsequente Harley Quinn, levando fãs de todas as idades a se vestirem e se inspirarem na personagem. O amadurecimento da personagem nas telonas é controversa e compreensível ao mesmo tempo, ao se distanciar de seu psicopata amado e ganhar sua independência e até um filme próprio, lançado em 2020, como parte do Universo Estendido da DC (DCEU).

Batgirl

Talvez uma das personagens mais clássicas dos quadrinhos, Batgirl surgiu como parceira do Batman e Robin em 1961. A princípio como Betty Kane, porém em 1967, a heroína ganhou sua nova e mais definitiva identidade, como Barbara Gordon, filha do lendário comissário Gordon. A personagem é recorrente dos filmes do Batman e também de suas séries derivadas como Titans e ganhará um filme solo no fim desse ano.

Caçadora

Menos conhecida do público, a personagem que surgiu na edição #68 dos quadrinhos da DC Comics, já foi interpretada por três personagens diferentes: Paula Brooks, Helena Wayne e Helena Bertinelli. Tanto nos quadrinhos quanto nas séries animadas. a Caçadora sempre teve uma origem turbulenta e quase indefinida por tantas histórias diferentes, porém a personagem ganhou vida nas telonas como Helena Bertinelli, interpretado por Ashley Scott no filme Aves de Rapina, ao lado de Arlequina.

Canario Negro

É quase uma herança familiar nos quadrinhos da DC, retratada como uma heroína cuja veste passa de mãe para filha, é uma personagem forte, de passado vingativo e bem explorada nos quadrinhos, animações e na TV. Dinah Drake foi a primeira dona da veste em 1947, na edição #86 da Flash Comics. Porém foi sua filha, Dinah Laurel Lance quem assumiu o manto em 1969 na edição #75 da Justice League e trouxe mais fama a personagem, principalmente no universo expandido de Arrow e no filme Aves de Rapina, ao lado da Caçadora e da Arlequina.

Capitã Marvel

O roteirista Roy Thomas e o desenhista Gene Colan criaram em 1968 a personagem que veria a ser uma das vingadoras mais fortes da nova geração de heróis do Universo Cinematográfico da Marvel (MCU). A heroína ganhou seus poderes nos quadrinhos e no seu filme de 2019 através da explosão de um maquinário kree, o que modificou seu DNA e a tornou híbrida kree-humana. No MCU, a personagem é um símbolo de força e resistência, tendo até encarado Thanos sozinha durante os eventos de Vingadores – Ultimato. Porém essa luta em especial, levou a algumas críticas a personagem, que descrita como indestrutível e imparável, demonstrou pouca força perante o Eterno.

Dora Milaje

Representatividade que importa! É isso que as Dora Milaje representam a toda uma geração de meninas e mulheres negras, principalmente quando apareceram imponentes no filme do Pantera Negra. Nos quadrinhos surgiram em 1998, na #1 Pantera Negra e foram retratadas fielmente no filme, como guerreiras sérias e destemidas.

Estelar

Também conhecida como Koriand’r, surgiu como parte dos Novos Titans na edição #26 de 1980, da DC Comics. Muito querida pelos fãs da animação, a personagem sofreu duras críticas em sua versão live-action para a série da Netflix, mas provou-se uma das poucas coisas boas da série. Poderosa e instável, Estelar não mede esforços para proteger seus amigos e mesmo de origem alienígena, demonstra muita humanidade.

Feiticeira Escarlate

Cria original de Stan Lee e Jack Kirby, a Feiticeira Escarlate apareceu pela primeira vez nos quadrinhos dos X-Men #4, ainda na Marvel Comics em 1964. É uma das vingadoras mais poderosas do MCU e é retratada brilhantemente por Elizabeth Olsen, na pele de Wanda Maximoff desde os primeiros filmes dos Vingadores e provou-se continuamente como parte importante e conexão entre a primeira e a segunda geração de heróis, passando de antagonista nos filmes para uma das heroínas principais e até protagonista de sua própria série para o Disney plus. Poderosa e intensa, nos quadrinhos é ligada como descendente de Magneto, já na TV tem suas origens mais humanas, com seus poderes, resultados de conflitos em seu país e muito rancor pelo sofrimento que vivenciou com seu irmão gêmeo Pietro Maximoff.

Gamora

Filha adotiva de Thanos nos quadrinhos e nas telonas, Gamora é uma personagem dona de si, que amadurece em sua busca por liberdade e vingança contra seu pai adotivo, que disseminou seu povo, tornando-a única de sua espécie. A personagem foi criada em 1975, na #180 edição da Stranger Tales, mas conquistou os fãs mesmo em seu protaginismo nos filmes dos Guardiões da Galáxia. Atualmente sua interprete, Zoe Saldana advoga a favor de mais Gamora nas telas e até um filme solo de origem da personagem.

Gwen Stacy

Entre as histórias do teioso, Gwen Stacy divide o interesse amoroso do herói com Mary Jane, nas diferentes versões dele no multiverso. Descrita como brilhante, Gwen foi criada por Stan Lee em 1965 para o Amazing Spider man #31 e já teve um desfecho na edição #121 quando foi morta pelo Duende Verde. Seguindo os quadrinhos, a história de sua morte foi contada nas telonas no segundo filme do teioso de Andrew Garfield, com Gwen sendo interpretada por Emma Stone. Ambos tiveram uma química fora de série e interpretações brilhantes. Tragédias a parte, Gwen sempre foi uma personagem forte, determinada e disputava  de destaque como cientista, nos filmes, não à toa que em uma de suas versões no multiverso abraçou o manto de Mulher Aranha – Spider Gwen.

Mulher-Aranha

Uma das personagens mais antigas dos quadrinhos da Marvel, foi criada nos anos 70 de maneira um pouco confusa e apressada. Sua história é contada como uma recém nascida, modificada geneticamente pelo pai cientista, para salvá-la de uma grave doença, que a deixa em coma ate os 17 anos. Com “poderes” mais simples e diferentes do Homem Aranha, a Mulher Aranha ainda é uma personagem secundária e pouca conhecida do público, mas que pode ganhar forças para vir à tona, devido a popularidade do teioso.

Jean Grey

Jean Grey é definitivamente uma das heroínas mais poderosas e exuberantes dos quadrinhos e isso refletiu impecavelmente em suas intérpretes nas telonas. Criada na primeira edição dos X-Men em 1963, a personagem logo se tornou vital ao grupo de heróis e roubou a cena nas histórias. Nas telonas teve sua versão adulta bem representada por Fanke Janssen que a interpretou por mais de 10 anos e nas versões mais recentes dos jovens X-Men, ganhou a interpretação da icônica Sophia Turner.

Lince negra

Criado nos anos 80, a personagem apareceu pela primeira vez na edição #189 do X-Men, com a identidade de Kitty Pride, é uma heroína popular com a capacidade de atravessar paredes, pessoas e objetos. Impulsiva e jovem, Lince Negra tem papel garantido nos novos mutantes e teve destaque nas telonas, assim como nas HQs. Nos filmes dos X-Men dos anos 2000, Lince foi interpretada por Elliot Page, que marcou a personagem com seu talento e semelhança com Lince.

Miss Marvel

É uma personagem jovem nas histórias e de existência também. Apareceu pela primeira vez em 2013 na HQ #14 da Capitã Marvel. É uma personagem importante e de muita representatividade, por ser a primeira personagem de origem muçulmana dos quadrinhos. Faz parte da geração dos Novos Vingadores e logo aparecerá nas telonas, ao lado da Capitã Marvel, na nova série que deve sair ainda em 2022, no Disney plus.

Mística

Outra heroína de muito destaque e poder nas HQs e filmes, Mística sempre teve sua origem desconhecida, mas apareceu nas HQs de Miss Marvel #116 em 1978. Mas logo se juntou aos X-Men e se tornou uma anti-heroína amada e odiada. No início dos anos 2000, estreou nos longas de X-Men, interpretado por Rebecca Romijn, que marcou no papel de Raven com sua teimosia, independência e ambição. Em anos recentes, ganhou uma nova versão mais jovem, interpretada por Jennifer Lawrence, que deu ainda mais empoderamento e voz a personagem, que ganhou até um papel de líder dos jovens mutantes.

Mulher-Gato

Talvez uma das personagens mais trabalhadas nas telas, a Mulher Gato já teve sua história contada e recontada diversas vezes, por atrizes incríveis, que entregaram muita personalidade e afinco ao papel. Nos quadrinhos, surgiu na primeira edição de Batman em 1940. Sempre muito sexualizada, a personagem ganhou mais personalidade ao longo dos anos e esta mais uma vez em destaque com sua nova versão, interpretada por Zoe Kravitz, no novo longa do Batman. Conheça mais da personagem nessa postagem.

Mulher-Gavião

Uma heroína nascida com origens egípcias, como uma missão e maldição criada a partir de uma nave espacial caída na Terra, a Mulher Gavião é como uma justiceira, que ao lado do gavião Negro, lutam por justiça, estrearam nas HQs do Flash Comics, primeira edição em 1940 e já foi bem retratada em diversas histórias dos quadrinhos e também ganhou algumas interpretações em séries e filmes, sendo as mais recentes na série da DC Legends of Tomorrow, interpretada por Ciara Renée e também na série Titans, onde sua descendente Columba, aparece, interpretada por Minka Kelly. Ambas personagens são donas de si, respeitosas a suas tradições e determinadas a tornarem o mundo um lugar melhor, uma inspiração e tanto como heroína.

Mulher-Hulk

A Mulher Hulk, ou She-Hulk, como é mais conhecida, é prima do Hulk, criada pela lenda Stan Lee em 1980, na revista Savage She-Hulk, em uma história polêmica, no que seria uma alfinetada de Lee com sua editora rival DC, que na época criavam personagens derivados muitos parecidos com as criações de seus rivais. A personagem é descrita como mais divertida e aberta à vida que seu primo verde, e acaba ganhando os mesmos poderes quando após ser encurralada por bandidos e ficar entre a vida e a morte, recebe uma doação de sangue de seu primo. A história da personagem vai ganhar uma versão live action em uma série própria no Disney plus, ainda em 2022 e ganhará vida pela talentosa Tatiana Maslany.

Mulher Invisível

Criada como membro do Quarteto Fantástico, teve sua primeira aparição na HQs do quarteto em 1961, pela Marvel Comics. A princípio era chamada de Garota Invisível e logo após seu casamento com o Senhor Fantástico, ganhou a nova identidade. Com o poder da invisibilidade e de gerar campos de força, a identidade heroíca de Susan “Sue” Storm Richards ainda tem muito o que mostrar nas telonas e há muita expectativa do que pode vir a ser dela nas telas, agora com os direitos de volta a Marvel. A personagem já foi interpretada por Jessica Alba nos anos 2000 e Kate Mara no controverso filme de 2015, mas ainda parece que não foi feito jus ao poder e capacidade que a personagem tem.

Mulher-Maravilha

Gal Gadot conseguiu um feito de poucos: ser eternizada e deixar sua marca em um papel icônico, de grande expressão e inesquecível, como Mulher Maravilha. A personagem criada em 1940 pelo psicólogo William Marston quebrou paradigmas e trouxe uma personagem feminina forte e feminina, polêmica para uma época que a mulher ainda tinha pouca voz. Com inspiração na mitologia grega, mas especificamente nas Amazonas, Diana Prince se tornou logo um simbolo de resistência e independência. Lynda Carter foi de fato a primeira a representar a heroína com mais afinco e fidelidade nos anos 70, porém apenas em 2016, Gal Gadot vestiu o manto e entregou tudo como a heroína. Bondosa e justa, a interpretação logo ganhou um filme solo, como um marco em Hollywood ao ter uma heroína ganhando um filme solo, também dirigido por uma mulher, Patty Jenkins. Apesar dos novos filmes da atriz como Mulher Maravilha não agradar totalmente os fãs raiz, é inegável a popularidade e o simbolismo que a personagem representa a toda uma geração de meninas e mulheres, que conseguem se ver retratadas em um formato de poder, empatia e justiça.

Peggy Carter

Peggy Carter sempre foi uma personagem secundária, sem grandes feitos, criada apenas como interesse amoroso do Capitão América. Criada na colaboração entre Stan Lee e Jack Kirby, nas HQs Tales of Suspense #77 de 1959 em um flashback das origens do herói. A agente veio a ganhar notoriedade apenas no primeiro filme do herói, Capitão América – O primeiro Vingador em 2011, interpretada por Hayley Atwell. Sua entrega e popularidade foi tanta, que a Marvel autorizou uma série solo da agente em 2015. A personagem pode desenvolver sua história após a “morte” do Steven Rogers, em plena Guerra Fria e trouxe o devido reconhecimento a mulher forte que sempre foi. Hayley ainda teve a oportunidade de dar voz a Carter na animação recente What If, do Disney plus em 2021, onde brincaram com a hipótese de a agente ter assumido o manto de Capitã América, para o ânimo dos fãs e entusiastas do multiverso da Marvel.

Ravena

Criada como parte de uma nov geração de Mutantes, Os Jovens Titãs, a personagem apareceu pela primeira vez em 1980 na HQ DC Comics Presents #96, como uma personagem mística e de origem demoníaca, a partir do demônio Trigon e tem uma relação muito forte com a morte. Além de ter poderes telepáticos, é uma personagem sempre muito excluída, mas que encontra seu lugar entre os jovens titãs, em especial próxima ao Mutano. A história dos Jovens Titãs ganhou uma bem sucedida animação em 2003, que durou 5 temporadas. A história da jovem heroína foi transformada em live action na série Titans da Netflix, mas de maneira conturbada e bem criticada pelo público, infeliz pela má adaptação.

Robin Carrie Kelley

Versão feminina do Robin – sim, ela existe! Robin Carrie Kelley foi criada pontualmente para as HQs O Cavaleiro das Trevas retorna de 1986 e sempre foi descrita como ágil e muito habilidosa, com conhecimentos em artes marciais e ginástica. A personagem esta cotada para aparecer na serie live action Gotham Knights.

Supergirl

Outra heroína clássica dos quadrinhos, Supergirl teve alguns começos e foi introduzida de maneiras diferentes nos quadrinhos. Primeiro, surgiu como uma habitante de outro planeta nas HQs em 1949 na #56 de Superboy,  mas essa não foi sua versão mais popular. Kara Zor-El, prima do Superman e sobrevivente de Krypton, surgiu apenas na Action Comics #252 de 1959. Forte, justa e determinada, a personagem ganhou uma série live action em 2015, que logo virou sucesso entre os fãs e integrou o Arrowverse. Melissa Benoist interpretou a clássica personagem na série, dando um rosto marcante e uma atuação inesquecível a heroína. Sua sexta e final temporada terminou no fim de 2021.

Tempestade

Mais uma personagem bem conhecida dos fãs de filmes e séries, além das HQs. Com uma das X-Men pioneiras, Tempestade surgiu na primeira edição dos X-Men em 1975, ao lado de Jean Grey, Professor X e outros heróis do grupo. Descendente de uma antiga linhagem africana, tem Ororo Munroe como alter-ego e traz uma forte representatividade para mulheres e meninas do mundo todo. Já foi retratada duas vezes em filmes, nos clássicos X-Men dos anos 2000 foi interpretada por Halle Berry e em anos mais recentes, ganhou uma interpretação mais jovem, nas mãos de Alexandra Shipp. Ambas versões deram vida à personagem com muita força, determinação e fé em suas crenças.

Thor mulher

Sim, temos uma Thor mulher e ela é Jane Foster. Nos quadrinhos seu nome verdadeiro é A Poderosa Thor e uma personagem muito nova nas HQs. Alguns dizem até que foi criada após os filmes do herói e a inclusão de Jane Foster como seu par romântico, interpretado pela brilhante Natalie Portman. A versão heróica da personagem surgiu em uma série de histórias publicadas entre 2014 e 2018 e vai ganhar um longa que deve chegar no meio desse ano, continuando a história de Thor e Jane.

Valkíria 

A personagem ganhou mais popularidade e cena também nos filmes do Thor, mas logo provou-se capaz de liderar e roubar a cena. Mas a personagem dos filmes é diferentes das HQs, onde apesar de ainda ter inspirações nórdicas, assim como o Deus do Trovão, tem o alter-ego de Brunnhilde, como guia dos guerreiros caídos rumo a Valhalla e nenhuma conexão direta com os Vingadores e as HQs da Marvel. Valquíria é mais do que uma personagem, é o nome de um grupo de guerreiras tão poderosas quanto as Amazonas e as Dora Milaje e tem varias representantes pelo mundo. A versão cinematográfica de Tessa Thompson se popularizou e ganhou versão própria de HQ, publicada em 2018, sob o título de Exilados.

Vampira

Mais uma personagem clássica e bem conhecida pelo público das HQs, animações e filmes. Criada em 1981 para The Avengers Annual #10, Vampira ou Rogue sempre foi uma personagem de destaque entre os X-Men. Jovem, rebelde, incompreendida e muito poderosa, a jovem nem sempre pertenceu ao grupo de heróis e nas HQs você pode acompanhar a trajetória que percorreu e heróis que encontrou até chegar lá. A versão animada da heroína dos anos 90 é de longe a favorita do público, que costuma lembrar mas também criticar a versão live action dos filmes X-Men dos anos 2000, vivida por Anna Paquim. Por ser tão querida e poderosa, espera-se que a personagem tenha outra oportunidade nas telonas, agora mais fiel ao que os fãs das HQs estão acostumados e virão bem representados na animação.

Viúva Negra

É inevitável pensar na personagem e não lembrar de Scarlett Johansson. Assim como a Mulher Maravilha de Gal Gadot, Scarlett marcou e eternizou a personagem nas telonas e nas séries. Criada dentro das histórias do Homem de Ferro, apareceu pela primeira vez na HQs Tales of Suspense #52 em 1964. Natasha Romanoff poderia ser a “James Bond de saias”, mas seu talento é suficiente para tê-la como A Viúva Negra. Leal, vingativa e muito habilidosa nas lutas corporais e com armas, Natasha apareceu nas telonas também no primeiro filme do Homem de Ferro em 2010 e logo se tornou espinha dorsal da primeira geração de Vingadores do MCU. O impacto da heroína foi tamanho, que em 2021 teve seu primeiro filme solo, introduzindo inclusive, uma nova geração de Viúvas Negras para a nova geração de Vingadores.

 

Sem dúvidas alguma, essa nova geração fã de filmes e séries de super-heróis abre um leque de opções e um universo de personagens principais e secundários, que possam ser explorados e introduzidos nas mais diferentes histórias. O incrível é saber que atualmente qualquer pessoa consegue se ver representado nos heróis que admira, fictícios ou não e que as possibilidades são infinitas. Essa lista representa um grande grupo de heroínas das mais conhecidas e outras nem tanto, mas não se limita apenas a elas. Existem diversas outras heroínas que são e ainda podem servir de inspiração para novas gerações.

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